quarta-feira, 25 de março de 2015

Granado e seus esmaltes nomeados com inspiração em grandes escritoras da literatura mundial.

Granado e seus esmaltes nomeados com inspiração em grandes escritoras da literatura mundial.

E, em meio a discussão da mulherada com a novidade da Risqué na linha "homens que amamos", descobri uma novidade - que não é tão novidade, mas para mim foi super - a linha de esmaltes da GRANADO cujos nomes são inspirados em grandes escritoras da literatura mundial.




Show de bola... pois imagine só: "-Hoje estou em meu momento Sylvia Plath"...... 

Nunca os vi a venda, descobri apenas por conta da polêmica da Risqué. E cá entre nós, coisa chata reclamar dos nomes dos esmaltes.

Reclamar dos nomes da Risqué tem um monte de gente disponível, agora elogiar os nomes da Granado não teve ninguém?

Genteeee...vamos pensar na filosofia do "mais amor por favor".... ok se não concorda com algo e deseja expor sua opinião, porém, sejamos balanceados o suficiente e também demonstremos o quão legal são tantas outras iniciativas das marcas....

É isso...vou aqui procurar nas perfumarias a linha GRANADO e me acabar comprando todas as cores e ver se me inspiro a cada cor com as vibrações respectivas!!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

.: Resenha: Max Weber e a Racionalização da Vida.



Título: Max Weber e a Racionalização da Vida
Autor: Carlos Eduardo Sell
Editora: Vozes
Edição: 1
Lançamento: 2013
Assunto: Sociologia

Primeiramente gostaria de agradecer a Editora Vozes que gentilmente me enviou um exemplar do livro "Max Weber e a Racionalização da Vida" para a leitura!

Bom, para quem gosta de sociologia como eu o livro é um deleite.

O livro tem como objetivo apresentar a visão de Max Weber de sua sociologia das religiões e é através da racionalização que desenvolve o tema no decorrer do livro.

De leitura simples, é acessível para especialistas e leigos porém interessados em sociologia, religião ou humanidades.

O que mais me chamou atenção no livro, inclusive foi o motivo da minha escolha do título: o tema racionalização.

Racionalização: processo aceito por alguns sociólogos como aspecto central da modernidade, manifestado especificamente na sociedade ocidental caracterizada por capitalismo, expansão de tecnologia, ciência, etc.
Há vertentes que indicam que a racionalização é negativa causando a desumanização da sociedade.

É fato que se analisarmos pesadamente a sociedade atual veremos que está totalmente desumanizada. 

O estudo mostra que a vida cotidiana foi particularmente afetada pela racionalização cultural e social e as formas tradicionais de vida foram dissolvidas. O efeito da racionalização é o encarceramento dos indivíduos através de controle racional e regras.

É fato que que emoções e tradições continuam a influenciar as ações das pessoas, ainda que em menor medida. Mas a diferença mais notável entre a sociedade moderna e as sociedades tradicionais reside justamente na supremacia de uma lógica focada nos resultados, e não em tradições, emoções e valores. Sempre o que se pode oferecer , o que se pode dar em troca, nada mais se baseia efetivamente no valor intrínseco, na emoção, na tradição. Isso também podemos ler e analisar nas leituras de Arnold J. Toynbee.

O autor analisa a forma como Weber entende os modos de pensamento e de vida das principais religiões do mundo e como as suas consequências são observadas pela situação econômica destes.
Analisa a religiosidade indiana, e o monasticismo cristão onde é possível avaliar o início da racionalização da fé e do pensamento religioso e como se dão suas consequências éticas, históricas e econômicas para vários povos.

Vale a pena a leitura!

Super indico...!!

Fica aqui o link da editora : http://www.universovozes.com.br/

E o link para a compra do livro:


Ótima leitura a todos!

Um beijo grande...

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

.: Duas vezes na floresta escura.



Lá no final da rua, a floresta densa, fechada, escura, que me mete medo e, ao mesmo tempo, me convida a desvendá-la. Desde que cheguei aqui, me paro olhando para aquelas árvores grandes que apontam pro céu e se aproximam umas das outras, feito gigantes a impedir passagem. Parecem esconder mistérios. Parecem.

Nesse lançamento, Caio Riter leva uma novela policial ao interior do Rio Grande do Sul, onde vive Susana, uma adolescente cheia de dúvidas sobre o futuro. Sua mãe está temporariamente morando no exterior para terminar o doutorado, e seu pai recebeu uma nova proposta de emprego em uma cidadezinha pequena e aparentemente monótona, para onde os dois acabaram de se mudar. Agora, a protagonista terá que se adaptar à nova rotina, à nova escola e aos novos amigos. No entanto, sabia que isso iria demorar e, num primeiro momento, a vida lhe pareceu insuportável e sofrida.

Mas, aos poucos, vai se modificando, quando conhece Bethânia, Caetano, Nicole e César, um garoto estranho que adora espionar os outros. Começa a aceitar o fato de que a vida seria assim mesmo, pacata e quieta, como a floresta no fim da rua. Até que uma tragédia se abate sobre a cidade, bem próximo de Susana e de seus novos amigos. Agora, a solução de um bárbaro crime depende somente deles.

A trama é envolvente e carrega em si muito mais do que um mistério, ao tratar da relação entre pais e filhos, amigos e paixões. Dividida em duas fases, a narrativa é feita primeiramente por Susana. A partir do prólogo II, a ordem se inverte e o suspense ganha a voz de um novo narrador. Para completar, o projeto gráfico ambienta o leitor e o transporta para a cena do crime: uma floresta escura e sombria.

O lançamento acontecerá no dia 18 de Outubro, na Palavra Livros, em Porto Alegre, onde o autor receberá o público com sessão de autógrafos, a partir das 17 horas.

Sobre o autor 
Caio Riter nasceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. É professor mestre e doutor em Literatura Brasileira. Autor de vários livros, com os quais recebeu algumas distinções literárias, como os prêmios Açorianos, Barco a Vapor, Orígenes Lessa e Selo Altamente Recomendável, entre outros. Formado em Jornalismo e em Letras, ministra aulas no ensino fundamental e médio, atuando também como professor universitário em cursos de graduação e de pós-graduação, além de participar como palestrante em cursos de capacitação de professores em várias cidades do Rio Grande do Sul.

Sobre a Editora Gaivota
A Gaivota, selo da Editora Biruta criado em 2011, prima pela qualidade literária, projetos gráficos ousados, instigantes, e ilustrações que encantam. Mas o desafio vai além: abordar de maneira lúdica temas muitas vezes considerados complexos ou desinteressantes, com o intuito de aproximar crianças e jovens de assuntos que parecem distantes de seu cotidiano. Esse foco não exclui obras que estimulem a fantasia e inspirem a aventura – por isso apresentamos aos jovens leitores aquilo que há de melhor na literatura infantojuvenil nacional e estrangeira, com livros premiados nacional e internacionalmente.

Duas vezes na floresta escura, Caio Riter, R$ 34,00, ISBN 978-85-7848-135-3, a partir de 11 anos, 164 páginas

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

.: Felicidade

Bom diiiaaaa! !!!! Que sejamos como o snoopy nesse quadrinhos. ..Não nos importemos com a opinião alheia sobre a nossa felicidade. Sejamos felizes simplesmente!!!!
Ótimo dia para vcs!!!!! ❤
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

.: Jesus numa moto

Por Manoel Fernandes Neto

Gosto muito da canção "Jesus numa moto", de Zé Rodrix e os irmãos Guarabira. Composta no ano 2000, tornou-se um clássico da música brasileira.

É algo inconcebível para quem é preso à letra e não ao espírito da letra, imaginar o Mestre dos Mestres, tão admirado por tantos religiosos e espiritualistas, dirigindo uma Harley Davison, uma 750, 500. Ou mesmo uma 125 ou uma lambretinha, porque um pouco de humildade não faz mal a ninguém.
Jesus seria capaz de dirigir uma moto? Sentir a liberdade da estrada, em alta velocidade ou em uma cadência contemplativa?

Baseados nas quebras de paradigmas protagonizadas por Jesus e descritas nos Evangelhos, apócrifos ou não, podemos, sim, imaginar isso. Jesus com coragem em uma moto, como quem sobe em um burrinho para adentrar Jerusalém na mais absoluta ironia a todos os reis, tetrarcas e clérigos, com seus formalismos vazios e que dominavam a elite da época. Da época?!?

Bem, as similaridades entre o que convencionamos chamar de elites políticas e sociais são muitas, com certeza. Ontem e hoje as personalidades, costumes e atitudes se repetem em moto-contínuo difícil de ser mudado. Por isso mesmo, também "Jesus numa moto" me alegra o espírito. O inusitado que traça novos caminhos e quebra nossos condicionamentos. Mas vamos à letra da canção, que mesmo sem melodia nos arrebata a novos sentimentos:

Preso nessa cela
De ossos, carne e sangue
Dando ordens a quem não sabe
Obedecendo a quem tem
Só espero a hora
Nem que o mundo estanque
Prá me aproveitar do conforto
De não ser mais ninguém
Eu vou virar a própria mesa
Quero uivar numa nova alcateia
Vou meter um "Marlon Brando" nas ideias
E sair por aí
Prá ser Jesus numa moto
Che Guevara dos acostamentos
Bob Dylan numa antiga foto
Classius Clay antes dos tratamentos
John Lennon de outras estradas
Easy Rider, dúvida e eclipse
São Tomé das letras apagadas
E Arcanjo Gabriel sem apocalipse
Nada no passado
Tudo no futuro
Espalhando o que já está morto
Pro que é vivo crescer
Sob a luz da lua
Mesmo com sol claro
Não importa o preço que eu pague
O meu negócio é viver
Sob a luz da lua...
Mesmo com sol claro...
Preso nesta cela...

Numa pesquisa rápida, no Google, podemos encontrar mestre Zé Rodrix explicando como surgiu a inspiração da canção, quando em um dia de sol ele deteve a atenção no componente de um grupo de motoqueiros conhecidos como "Hell Angels".

Rodrix explica:

Nisso, quando ele parou, tirou o capacete e era um gerente de banco, um senhor. Um senhor de quase seus setenta anos, aquela cara de gerente de banco, e estava numa moto. Aí falei para o meu filho, 'olha aí, meu filho, esse aí meteu um Marlon Brando nas ideias e saiu por aí!', exatamente onde começa a música. (...) Por isso, creio que 'Jesus numa moto' é apenas um retrato das pessoas de minha geração que, após amadurecerem, se tornam capazes de ter duas vidas, sendo uma delas aquela que lhes agrada integralmente.

Na declaração de Rodrix pode estar a bússola que nos orienta pelas estradas das nossas vidas, com uma jaqueta de couro e uma luva desgastada. Sem metáforas: temos pouca coragem de fazer diferente. 

Encarar que não temos controle de quase nada, somente da nossa capacidade de mudar, que ainda estamos presos a formatos ultrapassados, compreensões mofadas. Paralisados diante das oportunidades das novas atitudes. Principalmente aquelas que podem "chocar" o senso comum. Imaginar Jesus numa moto, Che Guevara nos acostamentos e o arcanjo Gabriel sem apocalipse pode assustar os corações menos preparados para novas oportunidades que nos surgem a todo momento.

Amit Goswami, autor de Física da Alma, afirmou em uma entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, em 2007, que metaforicamente a maior frustração no estudo da Física Quântica é o condicionamento. O mesmo fator que no mundo macro nos escraviza sem piedade, em um lugar comum que cultua as falsas certezas, infla o superficial e tenta desprezar quem tem coragem de discordar.

“Jesus numa moto” é continuar a desafiar a falsa beatitude e sabedoria dos fariseus contemporâneos, é curar as feridas em um sábado de sol claro ou à luz da Lua, é ressuscitar nossa coragem de sentar à beira da fogueira, a contar nossos segredos, sem máscaras de cera.

“Jesus numa moto” anda a segunda milha com mais liberdade. Senta à mesma mesa e toma pão e vinho com Lenon, Dillan e Clay. Diverte-se com um  "Marlon Brando" nas ideias.

“Jesus numa moto” é nossa convicção de que somos livres para escolher nossos destinos. Discordar, esclarecer e amar é a nossa real força de aprendizado. É a ausência do medo nos encontros com os nossos demônios, no deserto.

“Jesus numa moto” é criar todos os dias o nosso presente, sem ressentimentos do passado e na convicção de que somos aprendizes do futuro.

“Jesus numa moto” é derrubarmos as celas que aprisionam o nosso cotidiano; é sorrir quando nos chicotearem; é confiar no Pai Cósmico, e ter a certeza de que não somos, mas sim, estamos.
Admitamos: quem não quer pegar uma carona nesta moto?




 Manoel Fernandes Neto, 46 anos, é jornalista, pesquisador de comunidades digitais, escreve e edita revistas na Internet. Criador e editor da revista NovaE. ( www.novae.inf.br ), Prêmio Ponto de Mídia Livre do Ministério da Cultura, 2009.

Este é um artigo copyleft: você pode publicar no seu site ou revista, incluindo os dados e os links do autor.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Pessoas especiais.

Gosto demais...sou apaixonada por pessoas assim!!!!
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sábado, 6 de setembro de 2014

Loucos?

Vamos dançar?😎😆
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